Trajetória · Canindé
A passagem pela Portuguesa
Entre o ciclo do Flamengo em 1996 e o retorno triunfal ao Palmeiras em 1999, Sérgio vestiu também a camisa da Lusa do Canindé — uma das paradas que ajudaram a moldar o goleiro experiente que conquistaria a Libertadores.
O contexto
Encerrado o ciclo no Rio de Janeiro em 1996, Sérgio iniciou um período mais nômade da carreira: passou por Inter de Limeira, Portuguesa e Vitória antes de voltar à Sociedade Esportiva Palmeiras em 1999, onde escreveria os capítulos mais marcantes da sua história.
Na Associação Portuguesa de Desportos, encontrou um dos clubes de maior tradição do futebol paulistano, tradicionalmente sediado no Canindé, com torcida fiel e história centenária. A camisa rubro-verde da Lusa entrou pra galeria de gigantes pelos quais o paranaense defendeu o gol.
Uma parada de transição
A passagem pela Portuguesa foi mais curta do que os dois ciclos no Palmeiras, mas ajuda a dimensionar a longevidade e a versatilidade da carreira de Sérgio: 24 anos de atuação profissional, defendendo camisas de gigantes como Palmeiras, Santos, Flamengo e Portuguesa.
Foi nessa fase de rodagem entre clubes que o goleiro acumulou a maturidade que viria a render frutos no retorno ao Verdão: titular da Libertadores de 1999 e herói da Copa dos Campeões de 2000.
O que veio depois
Da Lusa, o caminho desembocou no segundo ciclo no Palmeiras (1999–2006) — sete anos de gramado alviverde, títulos continentais e a promessa cumprida do acesso de 2003. Depois ainda viriam Santo André (2007), Bahia, Itumbiara (campeão goiano em 2008) e Santos (2009), antes da despedida oficial em 2013.
Fontes
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